sexta-feira, 16 de julho de 2010
creche para cachorro
quarta-feira, 30 de junho de 2010
labrador avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera
Um cão labrador treinado para detectar a queda do nível de açúcar no sangue de seres humanos vem ajudando uma menina britânica de seis anos a evitar entrar em coma por causa de diabetes. A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora e mora há quatro meses com a pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1. "Ela salva a minha vida", diz Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença. "Ela é minha melhor amiga."
Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes. O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como palidez. Ela então começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la. Desta forma, a menina ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso.
Alerta precioso
"Shirley percebe (a queda no nível de açúcar) bem rapidamente e começa a lamber as mãos e pernas de Rebecca até ela tomar uma Coca-cola ou ingerir açúcar, que elevam seus níveis de açúcar novamente. Quando a taxa está muito alta, Shirley também sente e dá o alerta", explica a mãe de Rebecca, Claire. A mãe lembra de um episódio em que ninguém percebeu que a taxa de açúcar de Rebecca estava caindo até Shirley dar o precioso alerta. "Nós não tínhamos ideia de que ela estava com a taxa de açúcar baixa. Ela estava dançando em um clube com seu irmão-gêmeo, Joseph, e quando os dois voltaram à mesa para tomar algo, Shirley começou a lamber as mãos de Rebecca. O kit de primeiros-socorros estava embaixo da mesa e Shirley foi até lá e pegou um exame de nível de açúcar", conta Claire. "Ela deu o exame a Rebecca e começamos a desconfiar que tinha algo de errado. Fizemos o teste, e o nível estava bem baixo. Se eu não tivesse Shirley, Rebecca teria entrado em colapso. E quando isso ocorre, ela entra em um sono tão profundo que se tentamos colocar açúcar em sua boca, ela engasga."
A presença de Shirley na casa também tornou a vida de toda família mais fácil. "Ela tinha um colapso a cada dois dias. Às vezes eu a socorria apenas pouco antes de ela entrar em um colapso muito sério, outras vezes eu tinha de chamar a ambulância", conta Claire. "Mas agora temos Shirley e ela detecta a queda no nível de açúcar antes de Rebecca perceber o problema." Claire conta que também consegue ter noites de sono mais tranquilas, sem medo de a filha ter algum problema durante a noite, como ocorria antes de Shirley dormir ao lado da cama de Rebecca.
A entidade beneficente que deu Shirley à família treina cachorros para detectar todo tipo de doença, incluindo câncer. "O que nós descobrimos nos últimos cinco anos é que cães são capazes de detectar doenças humanas pelo odor. Quando a nossa saúde altera, temos uma pequena alteração no odor do corpo. Para nós é uma mudança mínima, mas para o cachorro é fácil de notar", diz ClaireGuest, da organização Cancer & Bio-detection.
Texto e foto: BBC e Folha.com
terça-feira, 8 de junho de 2010
mostra pra cachorro
Mostra presta homenagem ao "melhor amigo do homem" na Matilha Cultural (SP)
O "melhor amigo do homem" será homenageado este mês pelo espaço cultural Matilha Cultural, em São Paulo. Entre os dias 8 de junho e 3 de julho, o local promove a mostra "práCachorro", que contempla uma série de atividades voltadas aos caninos e a seus admiradores. Entre elas, exposições fotográfica e com trabalhos de grafiteiros, além de uma instalação. A abertura será nesta terça-feira, às 18h, com apresentação dos Djs Soares e Zinco.
A mostra "Cachorros", de Paola Vianna, apresenta 29 fotos tiradas entre 2004 e 2010, traçando uma linha que aproxima o espectador do olhar do cachorro, na qual são abordados os contextos da familia, descaso, companheirismo e morte no Brasil, Bolívia, Peru e Chile.
No campo das artes visuais, as atrações serão a exposição "Graffiti PráCachorro" e instalações de casinhas sensoriais. A primeira traz cinco telas produzidas pelos grafiteiros brasileiros Graphis, Saide, Nick, Feik e Binho Ribeiro, com curadoria do próprio artista plástico e grafiteiro Binho Ribeiro. Já as casinhas terão diferentes cheiros e texturas, customizadas por um coletivo de artistas convidados pela Matilha, como Amanda Mussi, Binho Ribeiro, Ebola, Elizabete, Juliana Kodama, Keto, Mr. Bomba, Marcelo Barneiro e Markone.
Outras atrações
Além das exposições de arte, a mostra "práCachorro" irá oferecer conversas sobre saúde e nutrição dos animais, palestra sobre adoção e posse responsável, estúdio fotográfico para registrar cães e seus donos com diferentes cenários e espaço lounge para os cães. Também estão previstas sessões de cinema, feira de adoção e programação musical com hip hop, soul, funk, afrobeat, ragga e dancehall sob o comando dos DJs Soares, Zinco, Branco, DJ Hum, MZK e Wotjila. Para ver detalhes da programação visite o site da Matilha Cultural.
"PRÁCACHORRO"
Quando: de 8 de junho a 3 de julho de 2010
Onde: rua Rego Freitas, 542, São Paulo-SP; terça a sábado, das 12h às 20h
Quanto: grátis
Informações: 0/xx/11/3256-2636
quinta-feira, 22 de abril de 2010
se seu bicho falasse...
Pra quem ainda não conhece, visite Um Sábado Qualquer, do Carlos Ruas. Risadas garantidas. Foi de lá que veio essa tirinha de humor ácido. Clicando na imagem, a tirinha aparece no referido blog, em seu tamanho original.segunda-feira, 5 de abril de 2010
meu pet é o bicho!
quinta-feira, 18 de março de 2010
cachorro participativo
terça-feira, 16 de março de 2010
dicas: como dar banho no seu cão em casa
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
um bate-papo bacana e informativo
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
presente de aniversário na Folha Online
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
na neve
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
exemplo bem sucedido
"A Organização Mundial de Saúde classifica a população canina em três categorias: cães que vivem nas ruas, cães semi domiciliados e cães domiciliados, sendo que as taxas de reprodução e sobrevivência se dão conforme a tabela a seguir:
Com a escassez de alimentos a qual os cães que vivem nas ruas estão sujeitos, um dos primeiros efeitos é a perda da capacidade reprodutiva, o que não acontece com cães domiciliados e semi-domiciliados. Ou seja, os cães que vivem nas ruas são apenas a ponta do iceberg do problema de superpopulação. Os cães que vivem nas ruas não só são os que menos se reproduzem, eles são a consequência de um problema maior: a reprodução descontrolada dos animais domiciliados e semi-domiciliados, e que acabam nas ruas. Por essa lógica, é fácil concluir que o extermínio de cães nunca será a solução, já que o que gera o problema de superpopulação jamais será controlado com esta prática.O caminho que Almirante Brown encontrou para resolver o problema da superpopulação de animais foi a implantação de um programa de controle ético da fauna urbana como política do município. Foi necessário o apoio do legislativo municipal para que houvesse a garantia da continuidade das ações. O programa de esterilização cirúrgica é acompanhado da informação e difusão de informações e do próprio programa, em um trabalho conjunto entre estado, comunidade e ONGs. O objetivo final é alcançar o equilíbrio populacional e a mudança de hábitos na comunidade.
A esterilização cirúrgica é um método ético, eficaz, seguro, econômico, definitivo e beneficia a saúde das pessoas e dos animais. E para que ela alcance impacto populacional ela deve ser: em massa, sistemática, incluindo todas as classes sociais, precoce (de preferência antes do primeiro cio) e gratuita. Como em todo o programa de prevenção, se deve conseguir esterilizar o maior número de animais no menor tempo possível, sendo no mínimo 10% da populaçao a cada ano. O índice oficial de estimativa da população de animais é de um cão para quatro pessoas. Ou seja, numa cidade de 100.00o habitantes devem existir cerca de 25.000 animais, dos quais 2.500 devem ser esterilizados por ano."
Para saber como funciona o programa de Almirante Brown, assista o vídeo no Cachorro Paraguaio.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
plantas tóxicas
O melhor jeito de evitar acidentes é se informar com o veterinário e, quando possível, pesquisar em livros e na internet. Afinal, ninguém quer arrumar problema por ter um vaso de plantas em casa, né? Outra providência interessante é deixar disponíveis para os bichos algumas plantas que eles possam comer, como cidreira, hortelã e citronela.
Seguem aqui dois links que contém informações e até ilustrações das plantas tóxicas para cães e gatos.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
desaparecida
Acessem e divulguem, caso alguém tenha alguma notícia, será de grande ajuda para a família.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Ajuda em Porto Alegre
Clique na imagem para mais informações.quinta-feira, 30 de abril de 2009
sim, nós podemos!
Fiquei me perguntando: será que essas condições péssimas acontecem só em São Paulo ou estão acontecendo em mais CCZs pelo país? Eu sempre me interessei por bichos, mas confesso que jamais fui à um Centro de Controle de Zoonoses. No meu imaginário, ali é um circo de horrores e muito provavelmente, eu sairia de lá com todos os cães que desse conta de carregar e enfiar em meu carro. Para outras pessoas, talvez seja um local lindo e mágico que dá tratamento e carinho àqueles animais que as pessoas insistem em jogar nas ruas - como não se deve fazer nem com o lixo, uma vez que boa parte dele é reciclável. Entre as duas percepções deve haver um saudável meio termo - e esse era o objetivo da manifestção de ontem em São Paulo.
Exigir que os animais ali recolhidos recebam alimentação, água e possam ser anunciados para adoção é o mínimo. Batalhar para que um órgão que funciona com dinheiro público (meu, seu e de cada um que paga impostos) use esse dinheiro para campanhas educativas de posse responsável é o óbvio. E um óbvio que não está sendo feito, mas que precisa urgentemente virar realidade. Sabemos todos que animais vagando a esmo nas ruas, sem cuidados, alimentação e carinho podem sim trazer consequências graves à sáude do ser humano, além de evidenciar nosso profundo descaso pelos outros seres que habitam nosso planeta. Ninguém gosta de encontrar um cachorro esquálido ao sair para o trabalho de manhã. E há muitos anos, ao invés de investir em educação - porque posse responsável poderia ser ensinada nas escolas com tranquilidade - a opção foi por criar os CCZs, para recolher os animais, exterminando os doentes e dando destino aos outros. Claro que não poderia ser tão simples. Sem educar a população, mais e mais animais foram sendo jogados nas ruas e não há órgão público que consiga dar "vazão" a tantos bichos saudáveis. "Não há donos para todos". "Ninguém quer um aninal de segunda mão, que sabe-se lá por onde andou". Sob esses argumentos, todos os CCZs do país iniciaram uma matança generalizada dos animais que em 10 dias não conseguissem adotantes. Sem divulgação dos animais, sem cuidados, sem respeito e com o requinte da crueldade da câmara de gás. Tenebroso, não?
Mas o que eu tenho a ver com isso? Cuido super bem dos meus bichos, dou ração, carinho, amor... Todos nós temos tudo a ver com isso. Cada cãozinho que temos em casa e não castramos, que foge e procria, coloca no mundo um sem número de inocentes criaturas que fatalmente irão morrer na câmara de gás. Radical? Pode ser. Cada vez que alguém compra um filhote no pet shop sem saber sua procedência está alimentando a outra ponta desse ciclo vicioso de horrores. Vender bichos é um bom negócio - e nem todos que vendem estão preocupados com o bem estar dos animais. Radical de novo? Pode ser. Quando alguém larga nas ruas um cachorro bagunceiro que destruiu metade dos móveis achando que uma "alma boa" vai se apiedar da criatura e lhe dar um lar, está mandando o bicho para uma morte cruel. Ainda mais radical?Pode ser. Quando outro alguém enche uma caixa de papelão com os filhotes indesejados de seus casal de gatos, que se reproduz loucamente porque não são castrados, e abandona essa caixa num lote vago dizendo aos amigos que gatos são espertos e se viram sozinhos, está condenando essas fofuras à morrer de fome, de sede, a pauladas ou na câmara de gás. Nossa, você é uma radical xiita? Pode ser.
Mas enquanto não estivermos empenhados em questionar a educação que temos em nosso país, exigindo das autoridades - e de cada um de nós - mudanças reais de atitudes, estaremos sendo coniventes com tudo isso. Castrar nossos animais é questão de saúde pública. Cuidar para que os CCZs trabalhem como órgão educativo e que incentive a adoção dos animais saudáveis é questão de saúde pública. Reciclar o lixo é questão de saúde pública. Explicar às pessoas de nosso convívio os fundamentos da posse responsável é questão de saúde pública. E era isso que as mais de 1000 pessoas ontem em São Paulo estavam fazendo: chamando a atenção e dando sugestões efetivas para transformar o CCZ da maior cidade do país num novo e bom exemplo a ser seguido. Nós merecemos e os animais também. Espero ver revertidas logo em realidade essas propostas, nós podemos sim ser um país melhor.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
labradora é mãe adotiva de filhotes selvagens
Uma cadela labradora de nove anos de idade vem garantindo o bem-estar de vários filhotes de animais selvagens há nove anos na África do Sul. Lisha, a labradora, atua como mãe adotiva dos filhotes orfãos ou rejeitados pelas mães biológicas no Cango Wildlife Ranch, um parque em um rancho na região de Oudtshoorn, na África do Sul. "Ela já cuidou de mais de 80 animais", afirma o proprietário da cadela, Rob Hall, que é diretor do parque. "Os filhotes a tratam como se fosse mãe, tentam mamar nas tetas dela, pulam em cima dela, mordem as orelhas... e ela também cheira, lambe e cuida dos filhotes."Leia a continuação dessa bela notícia clicando na imagem.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
breve desabafo
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
presente de ano novo
Como de praxe, seguem as informações e os meus indicados a também começarem o ano com um presentinho delicado:

Gatoca
ProAnima
Quero um bicho
Rancho dos Gnomos
Vira Lata é 10!
Cãozinho Legal
Focinho carente
Cão sem dono
"Este é o selo Mãe de Cachorro!
Você o recebeu como homenagem por seu amor aos animais e ao usá-lo em seu site/blog, passará a fazer parte da familia Mãe de Cachorro, uma confraria de pessoas do bem e que fazem a diferença para um mundo melhor para humanos e animais.
Repasse para quem você acha que também merece este prêmio! Para isso, você só precisa:
1. Aceitar exibir o selo em seu site/blog.
2. Fazer um post com estas instruções e linkar o site/blog do qual recebeu o selo.
3. Escolher pelo menos 8 (oito) sites/blogs para entregar o selo Mãe de Cachorro."



