quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

dia de madame


No último domingo, Shiva teve seu dia de madame. Com o calor que estava fazendo, ficou deitada à beira da piscina pegando um ventinho e contemplando o mundo. Creio que um labrador normal estaria dentro da piscina. Mas como ela tem trauma de infância, se contentou em colocar as patinhas na água.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

feliz ano novo!

Nada melhor que começar um novo ano, cheio de possibilidades! Apesar dos fogos barulhentos, a virada do ano foi tranquila e Shiva e Guido ainda ganharam de presente um lindo final de semana ensolarado, depois de mais de 10 dias em que só choveu. Curtimos com eles um domingo preguiçoso na varanda para começar o ano com as energias renovadas. E hoje, deixamos as figuras dormindo quando saímos para trabalhar. Quem dera pudéssemos passar uma segunda-feira assim, né? Feliz ano novo!!!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

na neve

Mais um episódio do Simon's Cat. O melhor de assistir isso em casa é o desespero de Shiva e Guido procurando a fonte dos miados...

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

exemplo bem sucedido

O texto abaixo encontrei no Cachorro Paraguaio, bem como o vídeo que está linkado no final. Vale a pena ver que, quando há vontade de resolver um problema, não faltam profissionais dispostos a trabalhar e a comunidade adere aos programas propostos. Queria ver alguma cidade brasileira seguindo o exemplo e mostrando que nosso rico dinheirinho pago em impostos pode reverter em bons frutos para a sociedade.

"A Organização Mundial de Saúde classifica a população canina em três categorias: cães que vivem nas ruas, cães semi domiciliados e cães domiciliados, sendo que as taxas de reprodução e sobrevivência se dão conforme a tabela a seguir:

Com a escassez de alimentos a qual os cães que vivem nas ruas estão sujeitos, um dos primeiros efeitos é a perda da capacidade reprodutiva, o que não acontece com cães domiciliados e semi-domiciliados. Ou seja, os cães que vivem nas ruas são apenas a ponta do iceberg do problema de superpopulação. Os cães que vivem nas ruas não só são os que menos se reproduzem, eles são a consequência de um problema maior: a reprodução descontrolada dos animais domiciliados e semi-domiciliados, e que acabam nas ruas. Por essa lógica, é fácil concluir que o extermínio de cães nunca será a solução, já que o que gera o problema de superpopulação jamais será controlado com esta prática.

O caminho que Almirante Brown encontrou para resolver o problema da superpopulação de animais foi a implantação de um programa de controle ético da fauna urbana como política do município. Foi necessário o apoio do legislativo municipal para que houvesse a garantia da continuidade das ações. O programa de esterilização cirúrgica é acompanhado da informação e difusão de informações e do próprio programa, em um trabalho conjunto entre estado, comunidade e ONGs. O objetivo final é alcançar o equilíbrio populacional e a mudança de hábitos na comunidade.

A esterilização cirúrgica é um método ético, eficaz, seguro, econômico, definitivo e beneficia a saúde das pessoas e dos animais. E para que ela alcance impacto populacional ela deve ser: em massa, sistemática, incluindo todas as classes sociais, precoce (de preferência antes do primeiro cio) e gratuita. Como em todo o programa de prevenção, se deve conseguir esterilizar o maior número de animais no menor tempo possível, sendo no mínimo 10% da populaçao a cada ano. O índice oficial de estimativa da população de animais é de um cão para quatro pessoas. Ou seja, numa cidade de 100.00o habitantes devem existir cerca de 25.000 animais, dos quais 2.500 devem ser esterilizados por ano."

Para saber como funciona o programa de Almirante Brown, assista o vídeo no Cachorro Paraguaio.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

o primeiro e o segundo cocker

Quando nos mudamos, Cinira e Lucrécia dividiam o quintal. Mas a cocker desfrutava de alguns privilégios, como transitar livremente dentro de casa, coisa que nossa vira-latas nunca pode fazer. Cinira era um cachorro de quintal, pelo seu porte e seu jeito; era maior, desajeitada e quando entrava, vez por outra, gostava de correr de um lado para o outro, só para conferir quem estava em casa. Ela mesma seguia para o quintal, nem precisávamos mandar.

Lucrécia era calma, alegre e dengosa. Adorava colo, afagos, carinho. Dormia perto de onde a gente estivesse e seguia minha mãe como uma sombra. Quando completou 3 anos, decidimos que queríamos uma ninhada dela. Por intermédio da veterinária, fizemos contato com uma criadora da raça e ela levou um de seus cães reprodutores para passar uns dias em casa e providenciar os cachorrinhos. Aquele cachorro ficou por lá mais de 15 dias. E eu já estava apaixonada por ele!!! Tinha um olhar doce e triste que me dava vontade de chorar. Gerard era um cão com pedigree, tinha porte de quem se apresentava em exposições. Era manso, obediente e um pouco medroso. Mas era lindo demais!

Quando sua dona apareceu para buscá-lo, fiquei num desespero mudo: eu não queria que ele fosse embora de jeito nenhum. Mas não podia fazer nada. Qual não foi a minha surpresa quando a senhora perguntou se queríamos ficar com ele, de presente! Ela estava desfazendo sua criação e achou que ele ficaria muito bem conosco, pois sabia que gostávamos de cachorro. Uma breve consulta à minha mãe e Gerard passou a integrara família. Adaptou-se bem com Cinira e Lucrécia e foi o grande responsável para que elas brigassem menos.

Tanta alegria nos ajudou a superar o revés: Lucrécia deu à luz apenas 2 filhotes, que morreram logo depois de nascer. Ela precisou ser operada e retirar o útero, pois teve uma infecção após o parto. Ficou 15 dias na clínica e voltou para casa bem jururu. Mas logo recuperou a disposição de brincar conosco e com os outros cães.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Shiva e a chuva

A chuva sempre exerceu um fascínio sobre nossa cadela labrador. Na primeira vez que Shiva viu as gotas de água caindo do céu ela corria de boca aberta, tentando pegar todas as que pudesse. Claro que essa brincadeira terminou com ela encharcada e eu de toalha em punho tentando secar uma então labradora adolescente.

Já se passaram quase 5 anos e ainda hoje o fascínio da chuva parece inabalável. Se chover a semana inteira, ela passará a semana molhada. Não adianta secar, porque ela vai ficar debaixo d'água. O melhor é ficar olhando a Shiva correndo feito maluca, como se cada chuva fosse a primeira. Nessas horas lembro de que precisamos mesmo de muito pouco para sermos felizes!


E aí, vamos brincar?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

cumprindo etapas

Conforme minhas previsões, o primeiro candidato que foi conhecer a Elvira "pessoalmente" se encantou por ela. Já escolheu um nome novo e logo, logo, ela irá para sua família definitiva. Mas, enquanto isso, estamos na luta para vencer as etapas. A primeira, foram as vacinas e os banhos para curar uma feridinha na pele. Amanhã, vem a mais importante: a cirurgia de castração. Depois, teremos a recuperação e só então ela irá embora, começar uma nova vida com suas pessoas.

A Elvira é uma cadelinha sortuda. Apareceu para mim um dia antes da semana de chuvas fortes que caíram em Brasília, está muito bem de saúde, apesar do tempo que ficou na rua, arrumou uma nova família em 1 semana e ainda conseguiu um anjo da guarda (que quer permanecer anônimo) para custear a cirurgia de castração. Outros anjos conseguiram um enxoval completo, incluindo casinha de madeira e coleira nova. Sem falar na torcida do pessoal que acompanhou a chegada dela lá em casa e aqui no blog.

Assim que estiver tudo resolvido, coloco mais notícias dela aqui. Agora é torcer para tudo caminhar bem e termos em breve um final feliz para esta história!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

procura-se um dono!

Essa simpática cachorrinha é a Elvira. Ela literalmente pulou na frente do meu carro na semana passada e, por sorte - e por dirigir devagar - consegui parar o veículo. Ao ver a carinha dela não resisti e a levei para minha casa. Já foi ao veterinário, está ótima, sem pulgas ou carrapatos, tomou vermífugo e fez hemograma. Tudo perfeito. O que ela precisa agora é de uma boa família, porque não poderemos ficar com ela. Shiva e Guido não aceitam irmãozinhos e ela é muito boazinha para ficar presa numa área de serviço o dia todo. Faz suas necessidades no lugar certo, late pouco, é mansa e dengosa. Gosta de brincar e assim que tiver recuperado o peso (porque está bem magrinha), ficará mais linda!

Quem não puder adotá-la e quiser me ajudar a divulgar a Elvira, agradeço muito. Ela merece um ótimo lar! Minha intenção é entregá-la esterilizada, estou providenciando a cirurgia para o mais breve possível.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

plantas tóxicas

Essa semana Shiva comeu duas mudas de ipê que estávamos guardando para doar a um parente que, em breve, terá um quintal. Ela não é o único cachorro que gosta de comer plantas. Procurando informações sobre o assunto, encontrei alguns textos sobre as plantas tóxicas para animais e descobri que o perigo pode estar bem mais perto do que imaginamos. As espirradeiras já têm fama, principalmente por serem tóxicas para crianças também. Copo-de-leite, espada-de-são-jorge e comigo-ninguém-pode são igualmente perigosas para cães e gatos. E ainda existem as que são tóxicas para uns e não para outros, como a azaléia, que é perigosa para os gatos e inofensiva para os cães.


O melhor jeito de evitar acidentes é se informar com o veterinário e, quando possível, pesquisar em livros e na internet. Afinal, ninguém quer arrumar problema por ter um vaso de plantas em casa, né? Outra providência interessante é deixar disponíveis para os bichos algumas plantas que eles possam comer, como cidreira, hortelã e citronela.

Seguem aqui dois links que contém informações e até ilustrações das plantas tóxicas para cães e gatos.