terça-feira, 14 de setembro de 2010
novo link do Dias de Cão!
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
twitter dias de cão
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
atualizem o feed!
Nos vemos por lá!
sábado, 7 de agosto de 2010
Dias de Cão de casa nova!
Alguns detalhes ainda serão finalizados, como os links dos blogs que sigo e que ainda não terminei de migrar. Outros não terão mesmo jeito, como alguns vídeos que saíram do ar ao longo desses 2 anos e meio do Dias de Cão e cujos links não existem mais...
quinta-feira, 29 de julho de 2010
momento delícia ao sol
Fez tanto frio nesse dia que fui curtir um solzinho no fim da tarde com Shiva e Guido. Enquanto o pequeno estava sobre meus pés, aproveitei pra filmar como a Shiva gosta de um carinho no pescoço... o grand finale mostra a "aparição" do labrador de guarda!
sexta-feira, 16 de julho de 2010
creche para cachorro
segunda-feira, 12 de julho de 2010
questão de ponto de vista
segunda-feira, 5 de julho de 2010
corrente do bem
Atualização em 13 de julho: A cirurgia do Polvilho foi um sucesso! Ele passa bem e agora precisa encontrar um lar feliz! Vamos ajudar esse cãozinho a encontrar uma família de comercial de margarina?
quarta-feira, 30 de junho de 2010
labrador avisa menina diabética quando taxa de açúcar se altera
Um cão labrador treinado para detectar a queda do nível de açúcar no sangue de seres humanos vem ajudando uma menina britânica de seis anos a evitar entrar em coma por causa de diabetes. A cadela Shirley é um dos dez cães treinados pela entidade beneficente Cancer & Bio-detection para alertar diabéticos quando sua condição se deteriora e mora há quatro meses com a pequena Rebecca Farrar, que tem diabetes tipo 1. "Ela salva a minha vida", diz Rebecca, que é a primeira criança a receber um cachorro para detectar sua doença. "Ela é minha melhor amiga."
Shirley é capaz de sentir uma mudança de odor exalado pelo corpo de Rebecca quando sua taxa de açúcar cai ou sobe a níveis alarmantes. O cheiro não é detectado por seres humanos e é um sinal emitido pelo corpo antes de outros mais aparentes, como palidez. Ela então começa a lamber os braços e as pernas da menina para alertá-la. Desta forma, a menina ou sua mãe têm condições de tomar providências para evitar um colapso.
Alerta precioso
"Shirley percebe (a queda no nível de açúcar) bem rapidamente e começa a lamber as mãos e pernas de Rebecca até ela tomar uma Coca-cola ou ingerir açúcar, que elevam seus níveis de açúcar novamente. Quando a taxa está muito alta, Shirley também sente e dá o alerta", explica a mãe de Rebecca, Claire. A mãe lembra de um episódio em que ninguém percebeu que a taxa de açúcar de Rebecca estava caindo até Shirley dar o precioso alerta. "Nós não tínhamos ideia de que ela estava com a taxa de açúcar baixa. Ela estava dançando em um clube com seu irmão-gêmeo, Joseph, e quando os dois voltaram à mesa para tomar algo, Shirley começou a lamber as mãos de Rebecca. O kit de primeiros-socorros estava embaixo da mesa e Shirley foi até lá e pegou um exame de nível de açúcar", conta Claire. "Ela deu o exame a Rebecca e começamos a desconfiar que tinha algo de errado. Fizemos o teste, e o nível estava bem baixo. Se eu não tivesse Shirley, Rebecca teria entrado em colapso. E quando isso ocorre, ela entra em um sono tão profundo que se tentamos colocar açúcar em sua boca, ela engasga."
A presença de Shirley na casa também tornou a vida de toda família mais fácil. "Ela tinha um colapso a cada dois dias. Às vezes eu a socorria apenas pouco antes de ela entrar em um colapso muito sério, outras vezes eu tinha de chamar a ambulância", conta Claire. "Mas agora temos Shirley e ela detecta a queda no nível de açúcar antes de Rebecca perceber o problema." Claire conta que também consegue ter noites de sono mais tranquilas, sem medo de a filha ter algum problema durante a noite, como ocorria antes de Shirley dormir ao lado da cama de Rebecca.
A entidade beneficente que deu Shirley à família treina cachorros para detectar todo tipo de doença, incluindo câncer. "O que nós descobrimos nos últimos cinco anos é que cães são capazes de detectar doenças humanas pelo odor. Quando a nossa saúde altera, temos uma pequena alteração no odor do corpo. Para nós é uma mudança mínima, mas para o cachorro é fácil de notar", diz ClaireGuest, da organização Cancer & Bio-detection.
Texto e foto: BBC e Folha.com
terça-feira, 22 de junho de 2010
essa tal felicidade
Se alguém me perguntar se meus cães são felizes, eu responderei que sim. Shiva e Guido têm cama quentinha, comida adequada e na quantidade recomendada, água limpa e fresca à vontade, espaço de sobra - inclusive para cavar buracos e ficarem imundos, cuidados veterinários regulares e em casos de emergência, não têm pulgas, carrapatos ou vermes, brincam, correm, se exercitam, e tem o que considero de mais importante para animais domésticos que são: têm amor, muito amor, carinho e atenção. Marido e eu nos desdobramos para estarmos com eles o máximo possível, não só porque eles precisam, mas porque desfrutar da companhia de nossos cães é agradável. Ninguém é obrigado a ter cachorros, nós escolhemos tê-los como membros de nossa família. E estar com eles é ótimo!
Por isso, quando olhar para um cachorrinho, um gatinho ou outro bicho por aí, antes de levar pra casa, pense nisso: quero ter essa criatura como companhia? Porque eles vivem em média de 10 a 16 anos, alguns até mais, demandam cuidados, despesas e muito amor. E ninguém é obrigado a querer amá-los. Mas todas as criaturas sobre a face da Terra têm o direito de serem felizes. E viver acorrentado não deve aparecer nas listas de pessoas nem de animais, né?
PS: Escrevi esse post depois da foto e da legenda que a Bianca, do Cachorrando, questionou aqui.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
9 coisas sobre meus cães

2. Guido é elétrico, ligado no 220, gosta de correr e persegue tudo que se move (calangos, passarinhos e até aviões), mas tem seus momentos de ficar quietinho, dormindo no tapete e pedindo carinho na barriga. Ganhou o apelido de "bombom".
3. Cinira foi o primeiro cão que esteve sob minha responsabilidade e tê-la como companhia por 16 anos foi um enorme privilégio. Ela era teimosa, doce, danada, linda, amarela, valente, morria de medo de foguete, odiava gatos, e eu a amava mais que tudo. Ainda hoje me peguei pensando nela porque amanhã tem jogo e os fogos seriam um problema... velhos hábitos...
4. Minha casa é listrada. Explico: Guido adora andar se esfregando nas paredes e com o passar do tempo, deixou uma marca que tem exatamente sua altura. Shiva aprende rápido e começou a se esfregar também, o que deixou uma marca mais alta... Uma lindeza estética!
6. Gerard chegou meio por acaso e foi uma grande paixão para mim. No dia em que eu soube que ele estava doente, bati o carro no estacionamento do veterinário, felizmente, sem grandes estragos nem vítimas.
7. Guido é hipocondríaco: falou que é pra tomar remédio, ele fica todo empolgado e abre a boca!!! Já Shiva, falou que é comida, não tá nem aí se tem remédio dentro ou não, engole sem ver, hehehe.
8. Todos os meus cães sempre tiveram nome de gente, só o Mug e a Shiva quebraram essa regra. O primeiro nem me lembro mais porquê. A Shiva porque foi batizada pelo tio. Só depois fomos descobrir que esse nome era de um deus hindu que significava a destruição e o renascimento...
Indicando os 9 blogs para receber o selinho:
Comédias da vida canina
quarta-feira, 9 de junho de 2010
campanha do agasalho
Sabe de outra cidade onde está acontecendo campanhas como estas? Coloque as informações nos comentários! Você pode ajudar a divulgar para outras pessoas que passam por aqui!terça-feira, 8 de junho de 2010
mostra pra cachorro
Mostra presta homenagem ao "melhor amigo do homem" na Matilha Cultural (SP)
O "melhor amigo do homem" será homenageado este mês pelo espaço cultural Matilha Cultural, em São Paulo. Entre os dias 8 de junho e 3 de julho, o local promove a mostra "práCachorro", que contempla uma série de atividades voltadas aos caninos e a seus admiradores. Entre elas, exposições fotográfica e com trabalhos de grafiteiros, além de uma instalação. A abertura será nesta terça-feira, às 18h, com apresentação dos Djs Soares e Zinco.
A mostra "Cachorros", de Paola Vianna, apresenta 29 fotos tiradas entre 2004 e 2010, traçando uma linha que aproxima o espectador do olhar do cachorro, na qual são abordados os contextos da familia, descaso, companheirismo e morte no Brasil, Bolívia, Peru e Chile.
No campo das artes visuais, as atrações serão a exposição "Graffiti PráCachorro" e instalações de casinhas sensoriais. A primeira traz cinco telas produzidas pelos grafiteiros brasileiros Graphis, Saide, Nick, Feik e Binho Ribeiro, com curadoria do próprio artista plástico e grafiteiro Binho Ribeiro. Já as casinhas terão diferentes cheiros e texturas, customizadas por um coletivo de artistas convidados pela Matilha, como Amanda Mussi, Binho Ribeiro, Ebola, Elizabete, Juliana Kodama, Keto, Mr. Bomba, Marcelo Barneiro e Markone.
Outras atrações
Além das exposições de arte, a mostra "práCachorro" irá oferecer conversas sobre saúde e nutrição dos animais, palestra sobre adoção e posse responsável, estúdio fotográfico para registrar cães e seus donos com diferentes cenários e espaço lounge para os cães. Também estão previstas sessões de cinema, feira de adoção e programação musical com hip hop, soul, funk, afrobeat, ragga e dancehall sob o comando dos DJs Soares, Zinco, Branco, DJ Hum, MZK e Wotjila. Para ver detalhes da programação visite o site da Matilha Cultural.
"PRÁCACHORRO"
Quando: de 8 de junho a 3 de julho de 2010
Onde: rua Rego Freitas, 542, São Paulo-SP; terça a sábado, das 12h às 20h
Quanto: grátis
Informações: 0/xx/11/3256-2636
segunda-feira, 31 de maio de 2010
unha quebrada e pijama novo
segunda-feira, 24 de maio de 2010
por que cães roem os tapetes?
resposta 1: os cães roem os tapetes porque não têm outras coisas para roer. Falso! Pelo menos lá em casa o que não falta são ossinhos, bolinhas e outras guloseimas para mantê-los com as bocas ocupadas.
Outra pergunta, parte deste mistério é: por que só a Shiva rói os tapetes? O Guido adora dormir sobre eles e costuma ser despejado antes de começar a destruição. Normalmente é por causa dos latidos de protesto dele que sou alertada de mais um ataque...Alguém aí tem mais respostas? :)
quinta-feira, 20 de maio de 2010
gravidez (humana) e convivência com animais
É bom lembrar: gravidez não é doença! E é exatamente por isso que não há a menor necessidade de se desfazer dos animais de estimação nesse período. Alguns médicos ainda são desinformados e trabalham com crenças antigas, de que a gestante deve ficar quase que numa "bolha". Isso não é verdade. Quem tem animais de estimação tem (ou deveria ter) por hábito cumprir o calendário de vacinas e vermifugação desde que o levou para casa, zelando por sua higiene e saúde. Se estas tarefas forem cumpridas com regularidade, as futuras mamães estão seguras! O único cuidado extra será o de usar luvas para recolher as fezes do cão, gato, ave ou pedir que outra pessoa assuma essa tarefa durante a gestação (papais, olha a dica!).
O maior risco em contrair doenças é mesmo a falta de cuidado na higienização dos alimentos, não lavar as mãos adequadamente ou com a frequência necessária e a exposição a animais não vacinados (e aqui a lista é vasta... cães, gatos, aves, cavalos, e por aí vai).
Por isso, quem pretende ser mamãe de gente e já é mãe de cachorro e de gato, só precisa ser uma mãe responsável com seus filhos peludos e curtir junto com eles a espera pelo bebê gente! Nada de mandar embora aquele que foi seu melhor amigo antes do novo membro da família chegar! Seu filho peludo será para o seu bebê um ótimo amigo e excelente companhia! Eu sou uma prova viva: pra quem não se lembra, olha a história da Pepita.
Para quem quiser ler mais sobre o tema, há várias opções. Aqui mesmo, no Dias de Cão, no Gatoca, no Focinhos Gelados, no Licença Maternidade, no Mulheres Grávidas , no Destaque SP, no E-FamilyNet, só pra citar alguns. Tire suas dúvidas com o médico e também com o veterinário! Eles sempre têm dicas importantes. Manter-se bem e corretamente informada é fundamental para as futuras mamães!
terça-feira, 11 de maio de 2010
um dia de cão
Por incrível que pareça, essa foi a parte mais complexa. Agendamos esse serviço para maio exatamente porque Brasília nessa época do ano já está com a umidade do ar em níveis suuuuper baixos e facilita o processo. Pois não é que justo ontem, depois disso tudo, caiu uma abençoada chuva? As plantinhas agradeceram muito, mas quem disse que a porta secou? A foto retrata a situação às 22h, com os cães sem entender o que o ventilador estava fazendo ali. Detalhe: os cães vivem só no quintal, nada de entrar em casa. Eles respeitaram direitinho a soleira da porta, mas bastou o Marido e líder da matilha chegar para eles testarem minha autoridade e adentrarem o recinto. Como estava chovendo, o rastro de lama completou a cena. E às 23h só dava eu de rodo na mão, limpando as pegadinhas da dupla. Ainda bem que hoje de manhã a porta estava bem seca e a rotina voltou ao normal. Ser mãe de cachorro também é padecer no paraíso.
Reparem a cara de tédio da dupla. (e perdoem o flash, mas não tinha outro jeito...)
segunda-feira, 10 de maio de 2010
o melhor de viajar é...
Só teve um pequeno problema: meus filhos Shiva e Guido ficaram em casa, não foram conosco. Por questões óbvias de logística e porque eles não puxaram a mãe nesse caso: viajar não agrada meus cães. Confesso que me diverti demais na minha terrinha, com todos reunidos, conversando fiado e comendo aquela comidinha mineira. Mas estava doida de saudades dos cães!!!
Chegando em casa e tendo a recepção calorosa deles, confirmo o que sempre digo: amo viajar, mas o melhor de tudo é voltar pra casa!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
cães de guarda
Shiva aprende rápido. Sobretudo, o que não fazemos muita questão que ela aprenda, né? Vendo ela se arrepiando toda e latindo grosso, Marido e eu chegamos à conclusão de que temos um labrador de guarda. O único desse tipo que conhecemos. Se está fora da grade, é inimigo. E ponto.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Mafalda

A primeira descoberta foi de que ela não era tão filhote assim. Pergunta daqui e dali, descobrimos que passou por umas sete casas antes de ir parar na nossa. Ou seja, deu um trabalhinho para ela aprender seu novo (e oitavo) nome. Mafalda era deveras agitada e roía tudo que via pela frente, bem diferente de Lucrécia e Gerard, os outros dois cockers calmos e tranquilos a que estávamos acostumados. Só anos mais tarde descobrimos que nossa plácida dupla é que estava "fora dos padrões" da raça, que é agitada por natureza. E Mafalda era teimosa, com um gênio dominante, deu um certo trabalho ensinar a regras da casa para a recém chegada.



